As cordas da prisão/ lá de fora metem medo./ Que fará quem está cá dentro/ a cumprir o seu degredo.

As cordas da minha guitarra/ são de ouro acastanhadas/ São cabelos que eu roubei/ das tranças da minha amada.

Tal é a letra da canção/fado que um soldado português cantou há cerca de cem anos.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=740609&tm=4&layout=122&visual=61

 

 

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